Twilight
People
EUA (1973)
Direção:
Eddie Romero
Elenco:
John Ashley, Pat Woodell, Jan Merlin, Charles Macaulay e Pam Grier
Dirigido pelo papa da tranqueira Eddie Romero e com produção
de Roger Corman (o homem que imortalizou a frase: “Eu jamais rodaria um filme
com orçamento de US$ 100 milhões. Com esse dinheiro prefiro fazer 100 filmes de
US$ 1 milhão”), “Twilight People” é diretamente insparado em “A Ilha do
Dr.Moreau” de H.G.Wells.
Montado nas Filipinas com figurantes locais, a trama começa
com belíssimas cenas de fauna e flora marinha (raias, peixes de cores e
formatos estranhos, plantas exóticas, etc...), para depois cortar para uma cena
em que dois mergulhadores acabam lutando e prendendo um terceiro.
Logo sabemos que o preso é um rebelde de saco cheio das
barbaridades cometidas na ilha. Uma bióloga bonita mas cruel vai as poucos se
apaixonando pelo rebelde e decide ajuda-lo a deixar o local. Acontece que o rei
da cocada por lá era um loirinho com cara de tarado e que tem como hobby soltar
alguns presos pela floresta e, munido de uma porrada de rifles e armas de todo
tipo, praticar tiro ao alvo nos coitados.
Na ilha, um cientista maluco através de experimentos
genéticos clonou vários homens e animais daí a presença do homem-antílope,
homem-morcego (que não é o Batman), homem-macaco e as mulheres-pantera e uma
outra que não consegui reconhecer que bicho que era...
A bióloga horrorizada com uma operação sanguinolenta que não
deu muito certo, decide mandar tudo as favas e sai libertando os homens-bichos
e sabotando os experimentos do doutor malucão. Mas, o loirinho sádico não se
conforma e arma uma cilada para os fugitivos. Um mini exército de capangas é
formado e empreende captura aos fugitivos. Na perseguição quase todos os
homens-bichos morrem baleados sem dó pelos pau-mandados do loirinho, que, pelo
que eu percebi, estava meio puto com a bióloga porque tinha “alguns planos” com
o rebelde fugitivo.
Detalhe importante; a beleza negra de Pam Grier, a musa dos
blaxploitations, na época com 24 aninhos e em trajes sumários como
mulher-pantera.
Tiro pra cá, tiro pra lá e quando nossos heróis estavam
quase entrando pelo cano eis que são salvos por um eficaz homem-morcego (não é
o Batman) que nuns vôos razantes morde direto a jugular dos vilões.
O filme termina com o por do sol e o casalzinho apaixonado se
abraçando com o bicho voador batendo as asas para outras paragens.
Bacana.
***Bom
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