Killer Condom – A Camisinha Assassina
Alemanha-Suíça (1996)
Direção: Martin Walz
Elenco: Udo Samel, Peter Lohmeyer, Marc Richter, Íris Berben
e Monika Hansen
Primeiro as credenciais: exibido no Festival de Berlim e no
Festival de Cannes em 1996. Efeitos e camisinhas criadas pelo célebre H.R.Giger
de “Alien” e das capas do “Danzig” e baseado nos quadrinhos de Ralph Konig.
Agora a história: Detetive homossexual sai em investigação
depois de perder metade do saco devorado por uma camisinha assassina. Estes
preservativos foram criados por uma seita de moralistas fanáticos disposta
aexterminar os tarados de Nova York.
As camisinhas são entidades vivas. Voam, se escondem debaixo
da cama e emitem um ruído próximo de uma risadinha.
Com ritmo de comédia gore gay, as jontex do mal saem
decepando os perus alheios. Muito ketchup e um festival de bilaus
mutilados. A cena mais recorrente da
trama é a portaria de um inferninho onde
os personagens machucados travam diálogos absurdos e inimagináveis. Detalhe; os
atos sexuais nunca são consumados.
O filme avança e a ameaça de látex vai causando seus
estragos: Pipi cortado pra cá, bingolim decepado pra lá, tudo leva a crer que o
detetive não conseguirá desvendar o caso. Segue uma reviravolta qualquer e
agora temos uma espécie de filme policial nonsense.
De ruim, a cansativa
crise existencial de um travesti carente e que não tem medo desta nova
forma de ameaça de borracha. Segue uma invasão ao laboratório dos malucos, a
morte da mentora (gostosa) que arquitetou a invasão assassina e temos assim a
derrota dos malfeitores. Tudo rápido e meio sem explicação.
Sobe os letreiros e o filme se encerra com clima de “West Side Story”.
Original e divertido.
Saiu por aqui em VHS pela distribuidora Reserva Especial.
***Bom
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