quarta-feira, 16 de abril de 2014

Killer Condom – A Camisinha Assassina
Alemanha-Suíça (1996)
Direção: Martin Walz
Elenco: Udo Samel, Peter Lohmeyer, Marc Richter, Íris Berben e Monika Hansen
Primeiro as credenciais: exibido no Festival de Berlim e no Festival de Cannes em 1996. Efeitos e camisinhas criadas pelo célebre H.R.Giger de “Alien” e das capas do “Danzig” e baseado nos quadrinhos de Ralph Konig.
Agora a história: Detetive homossexual sai em investigação depois de perder metade do saco devorado por uma camisinha assassina. Estes preservativos foram criados por uma seita de moralistas fanáticos disposta aexterminar os tarados de Nova York.
As camisinhas são entidades vivas. Voam, se escondem debaixo da cama e emitem um ruído próximo de uma risadinha.
Com ritmo de comédia gore gay, as jontex do mal saem decepando os perus alheios. Muito ketchup e um festival de bilaus mutilados.  A cena mais recorrente da trama é a portaria de um  inferninho onde os personagens machucados travam diálogos absurdos e inimagináveis. Detalhe; os atos sexuais nunca são consumados.

O filme avança e a ameaça de látex vai causando seus estragos: Pipi cortado pra cá, bingolim decepado pra lá, tudo leva a crer que o detetive não conseguirá desvendar o caso. Segue uma reviravolta qualquer e agora temos uma espécie de filme policial nonsense.
De ruim, a cansativa   crise existencial de um travesti carente e que não tem medo desta nova forma de ameaça de borracha. Segue uma invasão ao laboratório dos malucos, a morte da mentora (gostosa) que arquitetou a invasão assassina e temos assim a derrota dos malfeitores. Tudo rápido e meio sem explicação.
Sobe os letreiros e o filme se encerra  com clima de “West Side Story”.
Original e divertido.
Saiu por aqui em VHS pela distribuidora Reserva Especial.

***Bom

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